Pushing Daisies

15 04 2008

Quinta-feira passada assitia ao meu bom e velho Friends na Warner e devido a inércia que me manteve no sofá, resolvi assitir à estréia de ’Pushing ‘Daisies’. Na hora lembrei de Amelié Poulain, o texto do narrador, a estética das cenas, a solidão do protagonista. Bryan Fuller deve ter tido uma inspiração na produção francesa, apesar de ser comprada pelos críticos americanos ao Tim burton (lembra  também, não vou dizer que não).

A série conta a história de Ned que tem um dom muito peculiar: pode trazer de volta à vida seres mortos ao tocá-los, mas com o seu preço, se reviver alguém por mais de um minuto alguém morre em seu lugar e se tocar alguém pela segunda vez, ela morre para sempre. Infelizmente, Ned descobre seu ‘talento’ de um forma triste, com a morte da prórpia mãe. Com isso, acabou se distanciando de outras pessoas com medo de perder quem ama, mas tornou-se um reconhecido chef de tortas sempre fresquinhas e com os melhores produtos. Um conto de fadas.

Esse é o comecinho do primeiro epísódio:

As músicas da série também tem um toque de musical, isso sim bem Tim Burton. O compositor Jim Dooley é o principal responsável pela trilha. Duas das atrizes da série já trabalharam em musicais. Esse é o ‘Hopelessly Devoted to You’, pela Kristin Chenoweth:

E esse o ‘Morning Has Broken’, pela Ellen Greene:

Bom, com meio capítulo (não assisti ao primeiro inteiro) não dá pra saber se a série é boa, mas tem grandes chances de ganhar um espacinho na minha lista de séries favoritas.


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