
Ganhei de aniversário adiantado esse ano do @felipe_thomaz o livro da Fernanda Takai ‘Nunca subestime uma mulherzinha’. Não preciso nem falar que e adorei, né? Já falei por aqui da minha paixão por Pato Fu. O livro é uma compilação de contos e crônicas da Fernanda escritas para os jornais Correio Braziliense e O Estado de Minas, em que a cantora já colabora há uns 2 anos e que também já comentei por aqui. Com muitos diminutivos, a Fernanda fala de histórias que sugiram na sua cabeça, em histórias que aconteceram de verdade, de viagens que fizeram e de viagens do tipo ‘pensando cá com meus botões’.
O livro não é pra quem espera um brilhante contista à lá Clarice Linspector, e acrediito que nem tenha sido a pretensão dela ao escrever. O livro compartilha idéias e histórias dessa mulherzinha-mãe-rpéia-música-filha-esposa-amiga e eu talvez por ser mulherzinha-rpéia-adoradora de música-filha-amiga me identifiquei muito com alguns dos textos.
Gostei muito dos ‘meus avós japoneses’ (pelos meus próprios avós japoneses), ’é duro ser…” (por ser extremamente auto-crítica e saber exatamente do que ela está falando), ‘nunca subestime uma mulherzinha’ (por ser uma mulherzinha e saber extamente do que ela está falando), e do ‘as pessoas não suportam a diferença’.
Cheguei a conclusão que ’Nunca subestime uma mulherzinha’ é um blog em papel, e dos bons. Gostaria de ver mais pensamentos destes no http://fernandatakai.wordpress.com/.
Esse vídeo é o da música ‘Antes que seja tarde’, minha primeira paixão patofuniônica e a que eu sempre me pego cantando por aí (o vídeo tá ruim, mas é o melhor que eu achei no YouTube):



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